segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Será que existi virtude em agimos por causa de uma recompensa??

Suas crenças não faz de vc uma pessoa melhor, porém sua atitude, coragem e caráter é que nós fazem uma pessoa virtuosa e adequada para vivência em sociedade

 A crença em um Deus não faz nenhuma pessoa ser melhor que outra, nem tão pouco há virtude nisso, pois os religiosos praticam o amor ou a caridade por causa dá onipotência de um suposto Deus, ou simplesmente em troca de uma suposta
eternidade, ou seja, eles fazem uma coisa porque em troca vai ganhar outra, ou porque é ameaçado pelos castigos do Vosso Deus . Então, eu vos pergunto: Qual é a virtude nas vossas ações?? Nenhuma. Pois os místicos ou religiosos só agem por interesse...eles se reprime e orienta-se os vossos comportamentos, segundo os preceitos bíblicos com a intenção de ter uma vida farta economicamente, ou na intenção que a saúde reine em vossos corpos, ou que até mesmo para que recebam uma suposta vida eterna. Contudo, nós ATEU temos mais virtude e benevolência, pois agimos sem interesses de
Pessoas ajudam pessoas, Deuses ñ ajudam ninguém...
Pessoas ajudam pessoas, Deuses ñ ajudam ninguém...

buscar uma vida eterna, até porque ñ acreditamos nessa lenda, quando temos que ajudar alguém, fazemos isso ñ porque estar escrito em um retalho de livro, mas porque sentimos bem em vê nosso próximo feliz, e que assim temos a certeza que estaremos contribuindo para um mundo melhor...e quando não praticamos o mau ou uma ofensa a alguém, não fazemos isso por medo da onipotência de um Deus, mas sim porque em nosso íntimo reina um sentimento de justiça, no qual se baseamos no princípio de quer trataremos os outros assim como gostaríamos de sermos tratados, simples assim...

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Pastor surpreende fiéis ao escrever que se tornou ateu

Bob Ripley (foto) tem em seu currículo mais de três décadas de pregação cristã, incluindo os 15 em que foi pastor na grande congregação canadense da Igreja Metropolitana Unida. Ele também escreveu em jornais por 25 anos artigos sobre religião. No dia 26 de setembro de 2014 em informou na Ifpress.com que se tornou ateu.

Garantiu não ter nenhuma dúvida. “Comecei esta jornada fazendo perguntas”, escreveu. “Eu estava descontente com os clichês banais ou afirmações preguiçosas. A curiosidade é um acelerador incrível da mente.”

Ripley pediu aos fiéis e leitores que não ficassem chateados com ele. Explicou que tinha de tornar pública a sua descrença porque é “um defensor apaixonado pela honestidade intelectual". Tratou-se, disse, de uma mudança com base na razão, na realidade e no amor à aprendizagem.

Afirmou que em um livro que está lançando no Canadá explica em detalhes que nos últimos sete anos ponderou muito sobre a idade e a extensão do cosmos e sobre a simplicidade elegante da evolução da seleção natural das espécies.

Em contrapartida ele teve de constatar, também, a crueldade do Deus da Bíblia, o enigma da expiação do pecado pelo sacrifício de sangue, as discrepâncias nas escrituras, a animosidade do fervor religioso e a violência e a corrupção da história da Igreja. 

Escreveu que não mais acredita em divindade, mas continua defendendo que nenhum grupo de pessoas é superior ou inferior a qualquer outro. 

“Acho que o que importa não é tanto em que acreditamos, mas como nos conduzimos por este poucos e frágeis anos de estar vivo”, escreveu.

“Acredito que ter consciência da beleza e da maravilha do universo, incluindo este pálido ponto azul no canto remoto de uma das bilhões de galáxias, é um privilégio indescritível.”

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2014/10/pastor-surpreende-fieis-ao-escrever-que-se-tornou-ateu.html#ixzz3GLrClV00
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem. 



sexta-feira, 10 de outubro de 2014

SOMOS NÓS QUE CRIAMOS O MAL/MAU.

ASSIM COMO DEMONSTRADO POR  EINSTEIN QUE MASSA E ENERGIA SÃO OS DOIS LADOS DE UMA MESMA MOEDA, ASSIM TAMBÉM, O BEM E O MAL SEGUIRIAM A MESMA LÓGICA??

Qual o significado para o bem/bom e o mal/mau, ou o quê de fato essas palavras expressam?? Qual seria a origem do bem ou mal?? Essas são questões seculares, se não milenar, motivos de reflexões por filósofos, religiosos e teólogos de várias épocas. Para alguns a resposta está nos Dez Mandamentos; para outros, depende das condições de tempo e lugar.Veremos uma breve síntese das visões dos maiores INTELECTUAIS DOS SEUS TEMPOS QUE FALARAM E PENSARAM SOBRE O ASSUNTO:

Demócrito – a bondade não é uma questão de ação; depende do desejo interior do homem. O homem bom não é o que pratica o bem, mas o que deseja praticá-lo sempre.
Protágoras
 – "O homem é a medida de todas as coisas" è Cada um tem o direito de determinar, por si, o que é o bem e o que é o mal. è CAOSSanto Agostinho – o mal é ausência do bem, da mesma maneira que as trevas são a ausência da luz.
Thomas Hobbes (materialista) – aquilo que agrada ao homem é bom e o que lhe causa dor ou desconforto é ruim.
 Espinosa – o esforço de se preservar é um bem; o que entrava esse esforço é um mal.

Kant – se o agente pratica o ato com boas intenções, respeitando as leis morais, o ato é bom.

(FROST JR., S. E. 
Ensinamentos Básicos dos Grandes Filósofos. São Paulo: Cultrix, ____
par x a dor e sofrimento é necessário para possamos enchegar em Deus o seu salvador e redentor...)



Segundo Platão, a irracionalidade do desejo, sua resistência natural à razão é diretamente associada ao problema do mal. (Fernando Muniz ) 

Então, verifica-se no decorrer dos tempos que a definição Platônica é sutilmente modificada para atender aos propósitos morais do cristianismo. Nesse período, encontramos vários expoentes de grande importância, como Santo Agostinho, Santo Tomás de Aquino, entre outros, que, em sua maioria esmagadora, eram defensores do Ser=Bem=Deus e condenadores do Não Ser=Mal=Diabo (Pecado).Agostinho, por exemplo, para resolver o problema paradoxal: Da impossibilidade de ser  Deus a origem do mal, uma vez que isso contraria o princípio da benevolência. Como também, tampouco o mal pode provir de outra entidade deferente de Deus, pois está situação ao efetivar-se, suplantaria o poder divino; uma vez que Deus é onipotente. Diante dessas impossibilidades, Santo Agostinho concebe o mal como privação, ou como movimento em sentido contrário ao Ser, à Criação e à Deus. E logo, segundo ele, sendo alma humana dotada de livre-arbítrio; assim, pode afastar-se do Criador. Então, o mal por está concepção seria a negação a Deus, a Verdade, a Luz ou a retidão.

Porém, essa visão agostiniana podem trazer
sérios problema para um Deus, e longas reflexões para seus idolatras. Pois diante da ausência de um livre-arbítrio, como também, da origem do mal diante de explicações que não precisem de escoras divinas, isto causaria complicados problemas existencial para um Deus. Imagine a situação: sendo o mal fruto do afastamento ou rejeição de Deus pelo homem, isso devido a  imperfeição deste, e sendo o homem criado por Deus, este pelo menos se não criou o mal diretamente, foi ao menos a causa, pois se houvesse feito o homem perfeito, o mal não existiria.

Mais tarde na história , René Descartes, institui o estatuto do Sujeito. E nota-se, aqui, mais uma modificação do conceito Bem e Mal. Tanto a bondade quanto a maldade não mais são procuradas em Deus ou no Diabo. Mas Bem e Mal dependem da racionalização do homem. Avançando alguns séculos na história, surgi a figura de Nietzsche, e este propõe um retorno ao pensamento que encontramos nos pré-socráticos, em que as atitudes eram avaliadas posteriormente a sua execução, e não o contrário. Assim, Bem e Mal podem ser caracterizados como algo circunstancial, ou seja, dois ou mais atos, aparentemente semelhantes, em épocas ou tempos distantes podem receber uma avaliação diferenciada, de acordo com a circunstância do acontecimento. Logo a validade de bem e mal enquanto conceito se sustenta de modo circunstancial. Ou seja, essas expressões não são nada de absoluto ou de universal, e portanto como dizia, Albert Einstein, tudo é relativo...

Então diante do exposto, agora podemos entender e responder perguntas como: Estamos perdendo nossos valores? Ninguém conserva mais as tradições?

Segundo Nietzsche
 a razão tem a condição de nos dirigir de um modo padronizado, seguindo uma máxima universal de comportamento, até ocorre novos acontecimento e darmos novas interpretações para a situação agora deste novo contexto. Então, sendo guiado por sua perspectiva, vamos nos aprofundar e entender as origens do mal e do bem como sendo fruto de adequação social. 



Todas as ideias, atitudes, ações e comportamentos que de certa forma em determinado momento histórico, não são aceitos em prol da harmonia e convivência social, são reprimidos pelo grupo. O que o grupo social vigente entender como aproveitável e sadio para essa convivência, será rotulado como bom, as demais coisas que eles jugarem inconveniente será taxado como mau, logo o mau nada mais é do quer um fruto da adequação social. Foi assim que os grupos sociais primitivos, decidiram o que era ruim ou mau, e o que era bom ou que traria o bem estar social-Thomas Hobbes- ( aquilo que agrada ao homem é bom e o que lhe causa dor ou desconforto é ruim). Depois eles criariam símbolos e identidade para representar o que seria o bem e o mal segundo sua lógica primitiva. Acontece então que para o indevido viver em sintonia em seu grupo, ele precisa reprimir seus instintos, estes que como defendido por Froid se encontra em nosso inconsciente, logo eles antes de externarem de nossas mentes, não tem a noção de bem ou mal, ainda estão sem rótulos. Então, quando ainda crianças, no início do nosso processo de desenvolvimento psicossocial, nossos instintos são reprimidos toda vez que somos orientados para a convivência em harmonia social. E nesse instante como diria o pai da psicanálise que se manifesta em um dado segmento de nossa mente, o superego, alguns sentimentos relacionados diretamente a ele é responsável por nossos sentimentos de constrangimento, vergonha, e culpa, é nele também que são armazenadas todas as informações sociocultural do indevido, assim como, também é o seguimento responsável pelo processamento de informações. Então, os sentimentos (culpa, vergonha, constrangimento e entre outros) estão relacionados com as regras de convivência social, aquelas que foram rotuladas pela sociedade, como boas, será guarda para o bem do grupo, construindo os valores da sociedade, as que foram ruis, serão impugnadas e taxada como sendo do mal, ou maléfico para o grupo social. Então, a simbolização do quer vai ser mal, dependerá da lógica social numa determinada época histórica, assim o mal ou o bem, vai assumir as mais diversas interpretações, ou variadas representações numa determinada sociedade. Assim cada cultura diferente traz uma visão simbólica para o que seria o mau, e para o que seria o bem. Tudo que for relativo ao mal social será reprimido no superego, então de certa forma o superego atua lhe moldando para a vida em sociedade, contudo vai ser o seu ego ( outro seguimento mental ) que vai tomar as decisões baseando na quantificação de tais sentimentos que serão acionados no momento expressão ou externação do extintos. Portanto, concluímos assim como Nietzsche que se moral é uma conduta tido como benéfica para vivencia em
Grupos 
sociais,
e se valor é a positividade ou estimação de uma conduta 

moralmente aceita pela sociedade, então/ou seja, o mau nada 

mais é que o fruto da adequação social!! Portanto, isso nos leva a seguinte reflexão: Se não culpamos um

Deus para origem do mal, então porque motivos também a atribuiríamos para a origem do bem a um Deus??





                    

sábado, 20 de setembro de 2014

Será que o Deus bíblico é realmente justo, bondoso e misericoirdioso??

Deus realmente é bondoso? Será que ele é o nosso melhor exemplo de benevolência? 

Vamos analisar a bíblia para observamos se realmente esses atributos procedem.

 

 Um dos princípios do nosso sistema legal - e a base institucional de todas as sociedades civilizadas - é a noção de que o sofrimento do inocente é a própria essência da injustiça. No entanto, na Bíblia, vemos que Deus repetidamente viola este fundamento de princípio moral causando sofrimento a numerosas pessoas e animais inocentes. Então, pode o amor  consegui coexistir com atos de truculências e pura maldade!?? Como que ela ( bíblia ) condena a violência se ela mesma, ou ele ( Deus ) pratica, ou faz apologia a violência ( contraditório ñ ?). Infinita misericórdia é outra piada!! Eu ñ nasci pecador, vc ñ nasceu pecador, ou por acaso o julgamento humano é mais justo do quer o de Deus?? Pois, para a nossa justiça a aplicabilidade da pena ñ pode passar da figura do condenado, afinal quem cometi a ação delituosa é quem respondi por ela, todos nós sabemos disso. Então, porque Deus todo "bondoso" pensa diferente, fazendo nos errantes por algo que nós ñ cometemos, por acaso, foi eu ou vc que mandou ou influenciou Adão e Eva no seu pecar?? È justo fazerem com que assumimos a culpa por algo que não cometemos?  Então  esse amor, bondade, misericórdia e ñ violência que se pregam das sinagogas aos templos de hoje, ñ podem existirem, ao mesmo tempo com todas essas CRUELDADES...

Veja:

                              Passagens de crueldade e injustiça praticados pelo Deus da Bíblia

São vistos mesmo nos princípios básicos dos ensinamentos cristãos. Alguns atos bem conhecidos do Deus bíblico são de fato imorais por causarem o sofrimento de inocentes, tais como: ter amaldiçoado toda a
É justo, eu ou vc pagar pelos atos de Adão e Eva?
humanidade e a criação devido ao ato de duas pessoas
, Adão e Eva (Gênesis 3:16-23 e Romanos 5:18); Ter afogado mulheres grávidas, crianças inocentes e animais na ocasião do Dilúvio (Pereceu toda carne que se move sobre a terra - Gênesis 7:20-23); Ter atormentado os Egípcios e seus animais com pragas e doenças por ter o Faraó se recusado a deixar os Israelitas deixar o Egito (Êxodo 9:8-11,25); Ter matado crianças egípcias na época da Páscoa (No meio da noite Deus feriu todos os primogênitos na terra do Egito... e houve grande clamor no Egito por não haver casa onde não houvesse um morto); Depois do Êxodo ter ordenado aos Israelitas aniquilar sem piedade os homens, mulheres e crianças de sete nações e roubar suas terras, demolir seus altares, despedaçar seus postes sagrados e queimar seus ídolos (Deuteronômio 7:1-2); ter matado o filho do Rei David por causa do adultério de David com Betsabéia (Samuel II 12:13-18); ter solicitado a tortura e o assassinato de seu próprio filho (Romanos 3:24-25) e ter prometido enviar para o sofrimento eterno todas as pessoas que não aceitassem o Cristianismo (Revelações 21:8).

Além das injustiças e crueldades contidas em muitos dos principais ensinamentos do Cristianismo, a Bíblia apresenta numerosos outras passagens de violência que estão em completa oposição aos padrões de toda a sociedade civilizada. Dentre os mais chocantes e violentos episódios estão aqueles nos quais Deus é descrito como tendo ordenado ou sancionado a decapitação de várias pessoas, incluindo-se crianças e idosos. Alguns exemplos: Em Samuel I 15:3, o profeta Samuel dá ao Rei Saul está ordem vinda do Senhor: "Vai pois agora e investe contra Amalec condena-o ao anátema com tudo o que lhe pertence, não tenhas piedade dele, mata homens, mulheres, crianças e recém-nascidos, bois e ovelhas, camelos e jumentos." Ezequiel 9:4-7 apresenta a seguinte mensagem vinda de Deus: "Percorre a cidade, a saber Jerusalém e assinala com uma cruz a testa dos homens que estão gemendo e chorando por causa de todas as abominações que se fazem em nome dela". Ouvi que dizia aos outros: "Percorrei a cidade atrás dele e feri. Não mostreis olhar de compaixão nem poupeis ninguém. Velhos, moços, virgens, crianças e mulheres, matai-os, entregai-os ao exterminador. Mas não toqueis nenhum daqueles que trouxer o sinal da cruz".

E AS MALDADE CONTINUA...

Oséias 14 apresenta a seguinte punição: "Samaria deverá expiar, porque se revoltou contra o seu Deus. Cairão pela espada, seus filhos serão esmagados, às suas mulheres grávidas serão abertos os ventres." Deuteronômio 32:23-25 relata que depois que os Israelitas provocaram o ciúme de Deus
ao adorarem outros deuses, o Senhor disse: "...vou lançar males sobre eles, e contra eles esgotar as minhas flechas! Vão ficar enfraquecidos pela fome, corroídos por febres e pestes violentas; porei o dente das feras contra eles, com veneno de serpentes do deserto... perecerão todos: o jovem e a donzela, a criança de peito e o velho encanecido."
Em Números capítulo 31, o Senhor indica sua aprovação para a ordem dada por Moisés, nos versículos 17 e 18, no que diz respeito a maneira pela qual os soldados israelitas deveriam tratar mulheres e crianças capturadas na guerra: "Matai portanto todas as crianças do sexo masculino. Matai também todas as mulheres que conheceram varão, coabitando com ele. Não conserveis com vida senão as meninas que não coabitaram com homem e elas serão vossas." 
Isaías 13:9,15-18 contem esta mensagem do Senhor: "Eis o dia do Senhor que vem implacável e com ele o furor ardente da ira... Todo aquele que for encontrado será trespassado... As tuas crianças serão despedaçadas sob os seus olhos, as suas casas serão saqueadas e as suas mulheres violentadas... Os arcos prostrarão os meninos; eles não terão pena das criancinhas, os seus olhos não pouparão os filhinhos". Está claro que tais versículos apresentam o Deus bíblico como tendo os mesmos escrúpulos morais de um assassino de massas sociopata...


O Deus da Bíblia também apresenta outras tendências sádicas com diversos outros métodos para atormentar o inocente:

 Ele abre a terra para soterrar famílias inteiras (Números 16:27-32); lança o fogo para a destruição das pessoas (Leviticos 10:1-2; Números 11:1-2); manda animais selvagens tais como ursos (Reis II 2:23-24), leões (Reis II 17:24-25), e serpentes (Números 21:6) sobre as pessoas; autoriza a escravidão (Leviticus 25:44-46); ordena a perseguição religiosa (Deuteronômio 13:12-16); causa o canibalismo ( Eu farei que eles devorem a carne de seus filhos e a carne de suas filhas - Jeremias 19:9); e exige o sacrifício de animais como meio de expiação dos pecados de seus proprietários (Exodus 29-36).

Além de causar o sofrimento de inocentes, outro tipo de crueldade que a o Deus bíblico pratica é o de infligir castigos totalmente desproporcionais aos atos pelos quais tais castigos são aplicados. Em nosso sistema de direito atual, extrema desproporção dentre castigo e ato cometido é considerada uma violação dos direitos humanos. Alguns atos triviais são punidos com a pena de morte:

Destruição de Sodoma e Gomorra 
No velho Testamento, o Senhor prescreve a execução como punição para o "crime" de se trabalhar nos sábados (Exodus 31:15); por praguejar contra os pais (Levíticos 20:9); por adorar outros deuses (Deuteronômio 17:2-5); por ser um bruxo, médium ou mago (Exodus 22:18, Levíticos 20:27); por envolver-se em atos homossexuais (Levíticos 13:6-10) e não ser virgem no dia do casamento (Deuteronômio 22: 20-21). Certamente, pedir a pena de morte para tais atos é rejeitar a noção de que a severidade de um castigo deve manter alguma proporção com a ofensa praticada.


No Novo Testamento, o Deus bíblico em nada melhorou no que diz respeito à aplicação de penas severas, aumentando inclusive a sua rigidez. 

É difícil imaginar alguma coisa mais cruel e desproporcional do que condenar os homens ao inferno e à tortura eterna pela simples descrença de que o filho de Deus tenha nascido de uma virgem na Palestina há cerca de dois mil anos atrás, que tenha transformado água em vinho, expulsado demônios das pessoas, andado sobre as águas, que tenha sido morto pela instigação do próprio povo escolhido de Deus e que depois ressuscitasse dos mortos.

A recusa em acreditar nessa história faz com que o Deus bíblico prometa castigar os infiéis com os castigos mais horríveis que possam ser imaginados.

Um dos grandes problemas com a violência e a injustiça da Bíblia é que frequentemente o seu exemplo tem estimulado e tem sido usado para justificar atos de crueldade de seus seguidores. Muitos tem imaginado que se Deus que é justo e bom, tenha cometido e permitido os mais brutais atos de violência, os bons cristãos nada tem a temer caso ajam da mesma forma. Este processo de raciocínio é que fez com que Thomas Paine dissesse que "A crença em um deus cruel faz um homem cruel". Um exemplo desse tipo de raciocínio é apresentado pelo historiador Joseph McCabe em seu trabalho intitulado "A História da Tortura". McCabe diz que durante a Idade Média houve mais crueldade e tortura na Europa Cristã do que em qualquer outra civilização na história. Ele demonstra que a doutrina cristã de castigo eterno foi uma das principais causas da extraordinária ocorrência de tortura na Europa medieval. McCabe descreve que a justificativa lógica para a tortura era a de que "se era natural acreditar que Deus punia os homens com o tormento eterno, certamente estaria certo se os homens punissem outros homens com doses menores desse tormento por uma causa justa."

                                    EXEMPLOS HISTÓRICO DE VIOLÊNCIA APOIADO PELA BÍBLIA 

 


Alguns exemplos históricos de violência e atos de injustiça incitados ou apoiados pela Bíblia seriam a Inquisição, as Cruzadas, a queima de "bruxas", as guerras religiosas na Europa, as perseguições aos Judeus, a perseguição aos homossexuais, a conversão forçada de pessoas na Europa e nas Américas, a escravidão de negros, índios e orientais, o castigo em crianças, o tratamento brutal aos mentalmente perturbados, o extermínio de cientistas e pesquisadores, o uso da tortura nos interrogatórios criminais, o chicoteamento, a mutilação e a execução violenta de pessoas condenadas por algum crime.  

Tais atos foram parte integrante de um mundo cristão por centenas de anos. De acordo com Thomas Paine, "a Bíblia é uma história de perversidade que tem servido para corromper e brutalizar a humanidade; e, no que me diz respeito, eu sinceramente a detesto assim como detesto tudo que seja cruel".





 

 

 

 

 

 

 

 

Então é por tudo isso que nós humanistas rejeitam a Bíblia, pois ela descreve e aprova os mais ultrajantes atos de extrema crueldade e injustiça jamais imaginados.