sábado, 20 de setembro de 2014

Será que o Deus bíblico é realmente justo, bondoso e misericoirdioso??

Deus realmente é bondoso? Será que ele é o nosso melhor exemplo de benevolência? 

Vamos analisar a bíblia para observamos se realmente esses atributos procedem.

 

 Um dos princípios do nosso sistema legal - e a base institucional de todas as sociedades civilizadas - é a noção de que o sofrimento do inocente é a própria essência da injustiça. No entanto, na Bíblia, vemos que Deus repetidamente viola este fundamento de princípio moral causando sofrimento a numerosas pessoas e animais inocentes. Então, pode o amor  consegui coexistir com atos de truculências e pura maldade!?? Como que ela ( bíblia ) condena a violência se ela mesma, ou ele ( Deus ) pratica, ou faz apologia a violência ( contraditório ñ ?). Infinita misericórdia é outra piada!! Eu ñ nasci pecador, vc ñ nasceu pecador, ou por acaso o julgamento humano é mais justo do quer o de Deus?? Pois, para a nossa justiça a aplicabilidade da pena ñ pode passar da figura do condenado, afinal quem cometi a ação delituosa é quem respondi por ela, todos nós sabemos disso. Então, porque Deus todo "bondoso" pensa diferente, fazendo nos errantes por algo que nós ñ cometemos, por acaso, foi eu ou vc que mandou ou influenciou Adão e Eva no seu pecar?? È justo fazerem com que assumimos a culpa por algo que não cometemos?  Então  esse amor, bondade, misericórdia e ñ violência que se pregam das sinagogas aos templos de hoje, ñ podem existirem, ao mesmo tempo com todas essas CRUELDADES...

Veja:

                              Passagens de crueldade e injustiça praticados pelo Deus da Bíblia

São vistos mesmo nos princípios básicos dos ensinamentos cristãos. Alguns atos bem conhecidos do Deus bíblico são de fato imorais por causarem o sofrimento de inocentes, tais como: ter amaldiçoado toda a
É justo, eu ou vc pagar pelos atos de Adão e Eva?
humanidade e a criação devido ao ato de duas pessoas
, Adão e Eva (Gênesis 3:16-23 e Romanos 5:18); Ter afogado mulheres grávidas, crianças inocentes e animais na ocasião do Dilúvio (Pereceu toda carne que se move sobre a terra - Gênesis 7:20-23); Ter atormentado os Egípcios e seus animais com pragas e doenças por ter o Faraó se recusado a deixar os Israelitas deixar o Egito (Êxodo 9:8-11,25); Ter matado crianças egípcias na época da Páscoa (No meio da noite Deus feriu todos os primogênitos na terra do Egito... e houve grande clamor no Egito por não haver casa onde não houvesse um morto); Depois do Êxodo ter ordenado aos Israelitas aniquilar sem piedade os homens, mulheres e crianças de sete nações e roubar suas terras, demolir seus altares, despedaçar seus postes sagrados e queimar seus ídolos (Deuteronômio 7:1-2); ter matado o filho do Rei David por causa do adultério de David com Betsabéia (Samuel II 12:13-18); ter solicitado a tortura e o assassinato de seu próprio filho (Romanos 3:24-25) e ter prometido enviar para o sofrimento eterno todas as pessoas que não aceitassem o Cristianismo (Revelações 21:8).

Além das injustiças e crueldades contidas em muitos dos principais ensinamentos do Cristianismo, a Bíblia apresenta numerosos outras passagens de violência que estão em completa oposição aos padrões de toda a sociedade civilizada. Dentre os mais chocantes e violentos episódios estão aqueles nos quais Deus é descrito como tendo ordenado ou sancionado a decapitação de várias pessoas, incluindo-se crianças e idosos. Alguns exemplos: Em Samuel I 15:3, o profeta Samuel dá ao Rei Saul está ordem vinda do Senhor: "Vai pois agora e investe contra Amalec condena-o ao anátema com tudo o que lhe pertence, não tenhas piedade dele, mata homens, mulheres, crianças e recém-nascidos, bois e ovelhas, camelos e jumentos." Ezequiel 9:4-7 apresenta a seguinte mensagem vinda de Deus: "Percorre a cidade, a saber Jerusalém e assinala com uma cruz a testa dos homens que estão gemendo e chorando por causa de todas as abominações que se fazem em nome dela". Ouvi que dizia aos outros: "Percorrei a cidade atrás dele e feri. Não mostreis olhar de compaixão nem poupeis ninguém. Velhos, moços, virgens, crianças e mulheres, matai-os, entregai-os ao exterminador. Mas não toqueis nenhum daqueles que trouxer o sinal da cruz".

E AS MALDADE CONTINUA...

Oséias 14 apresenta a seguinte punição: "Samaria deverá expiar, porque se revoltou contra o seu Deus. Cairão pela espada, seus filhos serão esmagados, às suas mulheres grávidas serão abertos os ventres." Deuteronômio 32:23-25 relata que depois que os Israelitas provocaram o ciúme de Deus
ao adorarem outros deuses, o Senhor disse: "...vou lançar males sobre eles, e contra eles esgotar as minhas flechas! Vão ficar enfraquecidos pela fome, corroídos por febres e pestes violentas; porei o dente das feras contra eles, com veneno de serpentes do deserto... perecerão todos: o jovem e a donzela, a criança de peito e o velho encanecido."
Em Números capítulo 31, o Senhor indica sua aprovação para a ordem dada por Moisés, nos versículos 17 e 18, no que diz respeito a maneira pela qual os soldados israelitas deveriam tratar mulheres e crianças capturadas na guerra: "Matai portanto todas as crianças do sexo masculino. Matai também todas as mulheres que conheceram varão, coabitando com ele. Não conserveis com vida senão as meninas que não coabitaram com homem e elas serão vossas." 
Isaías 13:9,15-18 contem esta mensagem do Senhor: "Eis o dia do Senhor que vem implacável e com ele o furor ardente da ira... Todo aquele que for encontrado será trespassado... As tuas crianças serão despedaçadas sob os seus olhos, as suas casas serão saqueadas e as suas mulheres violentadas... Os arcos prostrarão os meninos; eles não terão pena das criancinhas, os seus olhos não pouparão os filhinhos". Está claro que tais versículos apresentam o Deus bíblico como tendo os mesmos escrúpulos morais de um assassino de massas sociopata...


O Deus da Bíblia também apresenta outras tendências sádicas com diversos outros métodos para atormentar o inocente:

 Ele abre a terra para soterrar famílias inteiras (Números 16:27-32); lança o fogo para a destruição das pessoas (Leviticos 10:1-2; Números 11:1-2); manda animais selvagens tais como ursos (Reis II 2:23-24), leões (Reis II 17:24-25), e serpentes (Números 21:6) sobre as pessoas; autoriza a escravidão (Leviticus 25:44-46); ordena a perseguição religiosa (Deuteronômio 13:12-16); causa o canibalismo ( Eu farei que eles devorem a carne de seus filhos e a carne de suas filhas - Jeremias 19:9); e exige o sacrifício de animais como meio de expiação dos pecados de seus proprietários (Exodus 29-36).

Além de causar o sofrimento de inocentes, outro tipo de crueldade que a o Deus bíblico pratica é o de infligir castigos totalmente desproporcionais aos atos pelos quais tais castigos são aplicados. Em nosso sistema de direito atual, extrema desproporção dentre castigo e ato cometido é considerada uma violação dos direitos humanos. Alguns atos triviais são punidos com a pena de morte:

Destruição de Sodoma e Gomorra 
No velho Testamento, o Senhor prescreve a execução como punição para o "crime" de se trabalhar nos sábados (Exodus 31:15); por praguejar contra os pais (Levíticos 20:9); por adorar outros deuses (Deuteronômio 17:2-5); por ser um bruxo, médium ou mago (Exodus 22:18, Levíticos 20:27); por envolver-se em atos homossexuais (Levíticos 13:6-10) e não ser virgem no dia do casamento (Deuteronômio 22: 20-21). Certamente, pedir a pena de morte para tais atos é rejeitar a noção de que a severidade de um castigo deve manter alguma proporção com a ofensa praticada.


No Novo Testamento, o Deus bíblico em nada melhorou no que diz respeito à aplicação de penas severas, aumentando inclusive a sua rigidez. 

É difícil imaginar alguma coisa mais cruel e desproporcional do que condenar os homens ao inferno e à tortura eterna pela simples descrença de que o filho de Deus tenha nascido de uma virgem na Palestina há cerca de dois mil anos atrás, que tenha transformado água em vinho, expulsado demônios das pessoas, andado sobre as águas, que tenha sido morto pela instigação do próprio povo escolhido de Deus e que depois ressuscitasse dos mortos.

A recusa em acreditar nessa história faz com que o Deus bíblico prometa castigar os infiéis com os castigos mais horríveis que possam ser imaginados.

Um dos grandes problemas com a violência e a injustiça da Bíblia é que frequentemente o seu exemplo tem estimulado e tem sido usado para justificar atos de crueldade de seus seguidores. Muitos tem imaginado que se Deus que é justo e bom, tenha cometido e permitido os mais brutais atos de violência, os bons cristãos nada tem a temer caso ajam da mesma forma. Este processo de raciocínio é que fez com que Thomas Paine dissesse que "A crença em um deus cruel faz um homem cruel". Um exemplo desse tipo de raciocínio é apresentado pelo historiador Joseph McCabe em seu trabalho intitulado "A História da Tortura". McCabe diz que durante a Idade Média houve mais crueldade e tortura na Europa Cristã do que em qualquer outra civilização na história. Ele demonstra que a doutrina cristã de castigo eterno foi uma das principais causas da extraordinária ocorrência de tortura na Europa medieval. McCabe descreve que a justificativa lógica para a tortura era a de que "se era natural acreditar que Deus punia os homens com o tormento eterno, certamente estaria certo se os homens punissem outros homens com doses menores desse tormento por uma causa justa."

                                    EXEMPLOS HISTÓRICO DE VIOLÊNCIA APOIADO PELA BÍBLIA 

 


Alguns exemplos históricos de violência e atos de injustiça incitados ou apoiados pela Bíblia seriam a Inquisição, as Cruzadas, a queima de "bruxas", as guerras religiosas na Europa, as perseguições aos Judeus, a perseguição aos homossexuais, a conversão forçada de pessoas na Europa e nas Américas, a escravidão de negros, índios e orientais, o castigo em crianças, o tratamento brutal aos mentalmente perturbados, o extermínio de cientistas e pesquisadores, o uso da tortura nos interrogatórios criminais, o chicoteamento, a mutilação e a execução violenta de pessoas condenadas por algum crime.  

Tais atos foram parte integrante de um mundo cristão por centenas de anos. De acordo com Thomas Paine, "a Bíblia é uma história de perversidade que tem servido para corromper e brutalizar a humanidade; e, no que me diz respeito, eu sinceramente a detesto assim como detesto tudo que seja cruel".





 

 

 

 

 

 

 

 

Então é por tudo isso que nós humanistas rejeitam a Bíblia, pois ela descreve e aprova os mais ultrajantes atos de extrema crueldade e injustiça jamais imaginados.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Crítica a defesa do livre-arbítrio de Alvin Plantinga ( Por que o mau existi )

Alvin Plantinga/ Crítica

Alvin Plantinga

Enganam-se quem pensa que seu argumento, trata-se da explicação do mau de forma genérica, desde o princípio bíblico até as catástrofes ambientais. Uma breve observada em sua proposição,  fica claro que seu argumento trata-se do mau de forma limitada, fruto das relações sociais. Então, em síntese, Alvin Plantinga numa tentativa frustrante, tenta explicar a existência mau sem que o Deus bíblico tenha influenciado o surgimento do mesmo ( mal ). E faz isso pegando carona no falso princípio do livre arbítrio, e assim de quebra, ele também provaria a existência do Deus bíblico. 



SINTETIZANDO AS IDEIAS DO VÍDEO:

 Em resposta a uma preposição em que se demonstra a ñ existência do Deus bíblico, Alvin Plantinga, utiliza-se do princípio do livre arbítrio para em contra partida, comprovar a existência da origem do mau como sendo uma condição para fazer sentido o livre-arbítrio, e consequentemente provar a existência do Deus bíblico. A princípio nenhuma das proposições prova, ou refutaria a existência de um Deus real, o máximo que as preposições consegui é apenas provar ou refutar a existência de um Deus Bíblico, literário ou fictício, pois as mesmas utilizam-se de argumentos da própria bíblia para formular suas preposições. Logo, são preposições não válidas para demonstrar a realidade, são apenas fictícios. 




 APROFUNDANDO-SE  NA CRÍTICA:
 


   O argumento é falho quando diz “infelizmente, algumas criaturas livres que Deus criou, usaram sua liberdade para exercer o mal". Pois neste caso ñ existe a vontade livre, como se comprova em sua própria proposição: “ Ele devi criar criaturas capazes de moral ruim. E na verdade essas criaturas com moral ruim de fato existi (claro, ñ porque Deus as criou, mais sim porque possui predisposição genéticas), elas são mais propensas ou com um maior impulso para praticar as condutas inadequada para vivência em sociedade (moral ruim). Então, se elas já são criadas (porque quem mesmo?) capazes de moral ruim, essa determinação anterior a decisão da criatura, influência diretamente no momento de sua escolha. Logo, não pode existir escolha, nem tão pouco livre, se estas são influenciada e determinadas de acordo com uma programação anterior a vontade do indivíduo, e que neste caso fica evidenciado, de acordo com o argumento de Plantinga, que seria a entidade Deus a causa da determinação. Então, como visto que o argumento é inválido, a preposição de Plantinga ñ poderia ser diferente, se não falacioso, logo ñ se pode sair verdade disso.  Então a preposição só ajudou a demonstrar mais uma vez a sarcástica piada do livre arbítrio. Assim, provando não só que essa piada ñ existe, como também, que a entidade Deus, influencia, determina e cria o próprio mau (Deus tem maldade – Êxodo 32.14 – Deus não se arrepende – 1, Samuel 15.29 - Deus é terrível - Deuteronômio 7.21 -  Deus é Deus de guerra – Êxodo 15.3)