sexta-feira, 12 de setembro de 2014

DEMONSTRANDO PORQUE O LIVRE-ARBÍTRIO BÍBLICO Ñ EXISTI

Vamos apenas relembrar o que é livre arbítrio: Segundo o dicionário Aurélio significa, escolha ou vontade livre, logo para ser livre ñ pode existir influencias, nem tão pouco, condicionantes em uma determinada escolha.  


 

1- Entendo porque o livre arbítrio bíblico dificilmente se aplica no nosso mundo real. Com relação ao nosso mundo real, o livre arbítrio bíblico, dificilmente se aplica, pois nossas escolhas ou decisões são constantemente influenciadas. Isso devido sermos seres sócias, somos produto de interação social, a todo momento estamos nos corrigindo para nos adequar num determinado padrão imposta pelo o grupo. Logo, minhas escolhas e decisões, tem que estar condicionadas a prévios padrões de conduta social. Vou citar um exemplo bem simples desse fato: Ronaldo Cruz quando decidiu ser adepto do cristianismo, certamente ñ teve uma escolha livre (ou 100% livre), face que nasci em um país de maioria cristã, e provavelmente em lar também cristã, isso implicou diretamente em minha decisão (a ñ ser que eu fosse  adepto do Calvinismo). Diante disso, conclui-se que se eu nascesse na Índia, minha probabilidade de se tornar um cristão seria bem menor ou quase nada, em relação a minha probabilidade em se tornar cristão aqui no Brasil.   




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2- Porque ele também ñ existi numa versão bíblica? Bom, minhas decisões relacionada a retidão bíblica são totalmente influenciadas, devido ñ só pelo fato do princípio da onisciência, como também, pela punição prevista na bíblia. Por exemplo, digamos que hoje avistei uma tremenda de uma gostosa
na faculdade, e suas “curvas” ñ me saíram da mente, e mesmo eu sendo “aquele religioso exemplar”, quando eu estava pronto para dormir veio “sem querer” aquela linda imagem da gostosa, pensei logo numa...(masturbada), só quer também veio logo em mente, pô...Deus estar vendo, que droga..., nem no meu quarto tenho privacidade!!Diante de estar sendo visto, desistir do ato. Então, minha decisão ñ foi uma decisão livre, o princípio da onisciência influencio na minha escolha, mais mesmo assim eu poderia ignorar a ciência de Deus mediante tal fato, e dá continuidade ao pecado, porém, por fim o medo da punição determinou na minha escolha final, logo ñ houve livre escolha, uma vez que ela estava condicionada a determinantes e influências externas. Então se essa foi uma escolha livre, devemos urgentemente modificar o conceito de livre.
 

3- A ideia de um livre arbítrio se contra põe ao fenômeno do milagre ou da intervenção divina na vida a alheia, pelo mesmo fato da explicação anterior, pois escolha ou decisão livre ñ pode ter influencias, ou determinantes condicionadas por motivação externas. Como sabemos nossas decisões se
concretiza través de nossas ações, e estas geram consequências sejam benéficas ou maléficas para o indevido segundo a sua escolha. Logo, em uma decisão livre ñ poderia existir interferências nas suas consequências, para que ñ se pudesse existir influencias futuras em suas próximas escolhas. Exemplo: O indevido ñ realiza a manutenção da merda do carro dele, ai antes de entrar em uma encurva, ele aciona o freio, mais para a desgraça do infeliz o mesmo ñ funciona, o indevido na tentativa de realizar a manobra acaba por invadir a mão contrária e atropela um motoqueiro, e logo em seguindo o desgraçado ainda capota com a merda do carro dele. No final da história o motoqueiro morre e o infeliz sobrevive, Sim, só que a família do indevido é toda religiosa e ele acabara de sair dos “ caminhos do senhor” . Logo, a família do indevido diz: Isso foi uma lição ou aviso para vc voltar para igreja, e o desgraçado encontra partida diz: Que livramento Deus me deu!! Interessante, só ele foi merecedor de ter sua vida poupada, mas a vida do motoqueiro Deus ignorou (totalmente contra censo. Só lembrando que isso foi uma história verídica)
Bom se for para citar aqui os exemplos, passaremos um dia e uma noite e ñ seria o suficiente para relatar as interferências segundos os religiosos. Acontece que essa intervenção é também comprovada através de Ezequiel (17.24). E mais uma vez ratificando, tal situação é totalmente contrária ao livre arbítrio. Diante desses argumentos, conclui-se que de fato o livre arbítrio bíblico ñ existe, ele só existi em um mundo idealizado, mas nunca nosso mundo real.
 

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