quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Crítica a defesa do livre-arbítrio de Alvin Plantinga ( Por que o mau existi )

Alvin Plantinga/ Crítica

Alvin Plantinga

Enganam-se quem pensa que seu argumento, trata-se da explicação do mau de forma genérica, desde o princípio bíblico até as catástrofes ambientais. Uma breve observada em sua proposição,  fica claro que seu argumento trata-se do mau de forma limitada, fruto das relações sociais. Então, em síntese, Alvin Plantinga numa tentativa frustrante, tenta explicar a existência mau sem que o Deus bíblico tenha influenciado o surgimento do mesmo ( mal ). E faz isso pegando carona no falso princípio do livre arbítrio, e assim de quebra, ele também provaria a existência do Deus bíblico. 



SINTETIZANDO AS IDEIAS DO VÍDEO:

 Em resposta a uma preposição em que se demonstra a ñ existência do Deus bíblico, Alvin Plantinga, utiliza-se do princípio do livre arbítrio para em contra partida, comprovar a existência da origem do mau como sendo uma condição para fazer sentido o livre-arbítrio, e consequentemente provar a existência do Deus bíblico. A princípio nenhuma das proposições prova, ou refutaria a existência de um Deus real, o máximo que as preposições consegui é apenas provar ou refutar a existência de um Deus Bíblico, literário ou fictício, pois as mesmas utilizam-se de argumentos da própria bíblia para formular suas preposições. Logo, são preposições não válidas para demonstrar a realidade, são apenas fictícios. 




 APROFUNDANDO-SE  NA CRÍTICA:
 


   O argumento é falho quando diz “infelizmente, algumas criaturas livres que Deus criou, usaram sua liberdade para exercer o mal". Pois neste caso ñ existe a vontade livre, como se comprova em sua própria proposição: “ Ele devi criar criaturas capazes de moral ruim. E na verdade essas criaturas com moral ruim de fato existi (claro, ñ porque Deus as criou, mais sim porque possui predisposição genéticas), elas são mais propensas ou com um maior impulso para praticar as condutas inadequada para vivência em sociedade (moral ruim). Então, se elas já são criadas (porque quem mesmo?) capazes de moral ruim, essa determinação anterior a decisão da criatura, influência diretamente no momento de sua escolha. Logo, não pode existir escolha, nem tão pouco livre, se estas são influenciada e determinadas de acordo com uma programação anterior a vontade do indivíduo, e que neste caso fica evidenciado, de acordo com o argumento de Plantinga, que seria a entidade Deus a causa da determinação. Então, como visto que o argumento é inválido, a preposição de Plantinga ñ poderia ser diferente, se não falacioso, logo ñ se pode sair verdade disso.  Então a preposição só ajudou a demonstrar mais uma vez a sarcástica piada do livre arbítrio. Assim, provando não só que essa piada ñ existe, como também, que a entidade Deus, influencia, determina e cria o próprio mau (Deus tem maldade – Êxodo 32.14 – Deus não se arrepende – 1, Samuel 15.29 - Deus é terrível - Deuteronômio 7.21 -  Deus é Deus de guerra – Êxodo 15.3)

2 comentários:

  1. Cara, tu não falou nada com nada. Não entendi bem, mas tu tá defendendo o determinismo? Não me parece que tu partiu da lógica do Plantinga, tu pegou a lógica do Plantinga e aplicou uma lógica com outros princípios e fez um baralhada que não deu em nada, seria como assistir um jogo de volei baseado nas regras de basquete, é uma lógica diferente, logo, impossível de se entender. Sugiro assistir o vídeo de novo, parece não ter entendido.

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  2. Tipo, você acha que é culpa de Deus o homem fazer uma escolha ruim? A maldade humana é culpa de Deus?

    Esse explica o mal humano, mas já parou para pensar que a maldade humana tem implicações direta nos problemas naturais. Por exemplo: imagina só se tivéssemos menos ganância e tivéssemos uma melhor distribuição de renda, assim menos pessoas viveriam em zonas de perigo como morros, perto de rios etc, isso faria com que menos pessoas, ou nenhuma, morresse nos desastres de deslizamento de terra, haja vista que não teria ninguém morando lá, nem teríamos pessoas morrendo em enchentes, nem perdendo suas casas. Viu como a maldade humana tem implicação direta nas catástrofes naturais?

    É claro que isso não explica doenças congênitas e outras coisas, mas já parou para pensar que se vivêssemos em um mundo perfeito, o que seria de nós como humanos? Qual seria nossa oportunidade de crescer como pessoas?

    Vou te passar o livro inbox.

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